Voando baixo

2 dez

Outro sonho sem ordem cronológica, mas que me lembro muito bem.

Sonhei com uma cidade com mais verde do que área urbana, era linda, fofis, e eu morava lá. Todos os cidadãos eram normais, exceto o detalhe de que todos podiam voar. Mas não era voar, voaaar propriamente dito, mas quanto mais “puro” de espírito você estivesse, mais alto voava. O detalhe é que pra voar, tinha que bater oa braços, tipo passarinho mesmo. Ou seja, o negócio já era meio ridículo daí.

Pois bem, no começo do sonho eu voava nas alturas, feliz e contente. Mas eu dei uma passada na casa dos meus pais, fiquei meio preocupada, ou chateada com alguma coisa e vi que tinha perdido um pouco de “combustível”.  Mas não sabia o quanto.  Bom, aproveitando minha presença lá, meu pai me pediu para ir voando, literalmente, ali no supermercado fazer uma comprinha básica. Peguei o dinheiro, o celular e fui voando pro mercado.

Mas como citei, acho que meu estado de espírito já não estava tão bom e eu comecei a voar baixo. Imagine que eu voando baixo, batia meus braços mais freneticamente pra conseguir mais altura. Conselho: não imagine essa cena.

Em um certo momento meu celular toca. Não sei como eu atendi o celular e não caí no chão, uma vez que eu precisava dos 2 braços, mas sonho é sonho né? Era meu pai me dando o seguinte aviso:

“Menina, voa mais alto que você tá com a busanfa na cara das pessoas”. Ok, troquei os termos por busanfa que acho mais delicado, mas podia ser glúteos, airbag inferior, bundinha etc, mas a frase foi praticamente esta.

Ou seja, meu pai me viu voar e eu quase atropelava todo mundo voando provavelmente a uns 165cm acima do solo e eu não percebi. Que coisa ridícula.

O fato é que se um dia humanos voarem, vou procurar rever meu interior e sentimentos antes de fazê-lo.

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Serial Killer compositor musical

2 dez

Esse sonho não faz parte da ordem cronológica, mas resolvi escrever porque lembro dele com detalhes. Só pra introduzir o ambiente: eu trabalhei em uma agência de Design com uma equipe de redatores, desenvolvedores HTML e Flash, sob a supervisão de 2 pessoas (vulgo “chefes” 😉 ). Vamos lá:

Tudo começou em um estacionamento subterrâneo. Estava toda a equipe reunida para ir embora, cada um com seus carros ou motos. Todos felizes e conversando. Reparei que um dos desenvolvedores Flash, sempre muito animado e brincalhão estava sentado no chão, com a cabeça apoiada nos joelhos, muito preocupado e tenso. Fui até ele e perguntei o que tinha acontecido. Ele respondeu que não era nada, mas não queria pegar sua moto e sair dali, estava com medo de alguma coisa. Eu achei que fosse algo tipo síndrome do pânico, e dei uma animada, tipo “vamos lá, se quiser eu vou com você, vou dirigindo sua moto” (ok, eu não faço ideia de como se dirige uma moto). Sei que ele topou. Eu coloquei o capacete, ele não, e saímos do estacionamento.

Assim que vimos a luz do céu, ouvi um barulho, tipo um estrondo, e só senti que o meu colega de trabalho caiu da moto. Quando olho pro chão, estava tudo ensanguentado. Meu colega morreu com um tiro certeiro na cabeça!!!! Gente, espero nunca ter a sensação que tive naquele momento. Bateu um desespero, uma agonia, todo mundo em volta. Terrível.

Mas por um momento eu vi o assassino fugindo de moto (a moto dele mesmo) e comecei a ouvir uma música. Sim, uma música meio romântica. Ainda bem que não trabalho com edição de filmes.

Sabe-se lá porque eu comecei a prestar atenção na letra da música e percebi que o assassino descrevia suas vítimas entre as linhas da canção! Sério, não sei de onde tirei isso, mas sei que a música dava um aviso prévio de quem seria o próximo a levar bala. Aí eu entendi o porquê do medo do meu amigo em sair do estacionamento. Ele deve ter ouvido a música e entendido!

Mas esta era outra composição do serial killer, e prestando bem atenção aos detalhes… o próximo a morrer seria….. MEU CHEFE! 😮

AUHAUAHUHAUAHUHAUHA. Sério, nada pessoal contra ele, cara, gostava dele, aliás deles, porque eram 2, aliás, ainda gosto (não, ninguém morreu). Bom, se você quer saber a continuação, saiba que neste momento eu acordei. Fiquei esperando o Serial Killer and The Music 2, mas não teve.

O pior nessa história toda foi que esse desenvolvedor Flash não chegou na hora no dia seguinte, e niguém conseguia falar com ele, um projeto precisava ser finalizado e nada do menino chegar.  Você sabe como eu fiquei né? Nunca fui de sonhos premonitivos, não era agora que eu ia ser, ainda mais com um Serial Killer musical. O bom foi que ele chegou (UFA!), atrasado mas chegou, e eu me contive pra não dar um abraço e falar  “Cara, que bom que você tá vivo, eu te matei no meu sonho! Ai que bom, que booooom!”.

É isso. Aí eu fiquei despreocupada quanto ao meu chefe. Beijos aos envolvidos.

Uma coelha chamada Carol

2 dez

Meu sonho de hoje:

Estava eu tomando café da manhã na casa de um cara que comia panetones suíços cobertos de chocolate, que por sinal eram uma delícia, e eu me lembro muito bem. Não, eu nunca comi panetones suíços, mas se forem como no sonho, EU QUERO.

Pois bem, esse cara vivia sozinho num casarão e tinha uma coelha de estimação. Na verdade, eu acho que ele tinha um relacionamento sério com a coelha, porque ela andava sobre as duas patas traseiras, falava, estava cortando grama, comendo chocolate e se chamava Carol. Sim, o nome dela era Carol.

Ela era branquinha, típica de desenho animado. Se você acha que o dono da casa era o chapeleiro maluco de Alice no País das Maravilhas, errou, o cara não era o Johnny Depp.

Sei que tudo que eu mais me lembro do sonho era o caé da manhã paradisíaco (#gordinhafeelings). Vamos ver se nessa próxima noite o sonho evolui para o almoço.

Oi gente.

2 dez

Se você também sonha muito e tem a necessidade de expôr as suas loucuras oníricas como eu, sugiro anotar seus sonhos. E é isso que estou começando a fazer por aqui. Porque sonhar coisas bizarras e não compartilhar é muito egoísmo, né?

Vou tentar fazer isso toda manhã. Se eu lembrar do que eu sonhei.

Bonjour.